A relatividade do tempo-espaço
- Shely Pazzini
- 1 de nov. de 2021
- 2 min de leitura
Da mesma maneira que existem múltiplas realidades dentro de uma mesma dimensão acontecendo simultaneamente, assim são as manifestações energéticas de cada ciclo.
Vivemos em um espaço plástico, que se retrai e se expande a cada instante. A alienação causada pelas datas estipuladas no calendário gregoriano levou a uma separação ainda maior do estado natural e da observação de suas manifestações.
É primordial compreender que campos energéticos se expressam numa constante, e não surgem e desaparecem de acordo com datas pré-estipuladas, totalmente cristalizadas e desalinhadas com o Todo.
O conceito do dia das bruxas se tornou simplório por tamanha desconexão que vivemos.
Esse período é onde os planos material e espiritual se tornam mais próximos, como se a camada que nos separa do polissistema espiritual ficasse mais fino, e o acesso à outras dimensões se torna mais fácil.
Quem observa com atenção compreende em outro nível o que isso representa.
Longe de uma brincadeira divertida, é um momento de de conexão e acesso a outros elementos que a materialidade, por si só, não alcança.
Tempo de olhar para o que é perecível e também para o que é eterno, para agradecer as vivências de todos que já partiram e que auxiliam, com suas experiências, a não repetir os mesmos equívocos.
Morte e a vida são complementares e devem ser celebradas, em sua face mais bela - sempre.
Hoje o dia se manifesta com o véu semi-levantado, e a natureza informa isso com clareza.
Observe o sentido (ou a falta dele) nas convenções que o mundo propaga e se conecte com a verdade que existe apenas dentro de você.
Saia da normose do que oferecem e viva a sua própria realidade a partir dos seus acessos internos.
Num processo interno de profundo respeito a cada forma cíclica da existência, celebro a eternidade e me conecto com o que de mais elevado essa oportunidade tem para mostrar.
Abra os olhos - para dentro, e tudo se mostrará a você.

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