Soltar as escolhas
- Shely Pazzini
- 28 de ago. de 2023
- 2 min de leitura
Passamos a vida fazendo escolhas que damos tanta importância a ponto de segurá-las com tanta força como se elas fossem o que somos.
As armadilhas da experiência personal inclui nos confundirmos com a vivência terrena e sustentar o que criamos por demasiado tempo, sem considerar que tudo são ciclos que passam por processos e que em algum momento, findam.
Toda criação surge de um instante energético especial que nos move em direção a nossa frequência, naquele momento, e enquanto estamos vibrando nela tudo flui com facilidade e nos realizamos com a escolha feita.
Mas como tudo, também somos cíclicos e dentro das experiências que vivemos a partir das nossas escolhas, nós nos transformamos.
O sentido da vida é sempre esse, alterar o estado atual para um novo, e neste fluxo a nossa frequência também se modifica e pede para que sigamos em frente, adaptando também, as formas como vivemos os nossos dias.
Quantos, por conceitos aprendidos cristalizam em escolhas que não reverberam mais com o seu estado vibratório atual e acabam por carregar pesados fardos, resultantes de ciclos não finalizados.
Não precisamos carregar fardos. Temos a capacidade de perceber quando o que fazemos não condiz com o nosso estado frequencial atual. O corpo informa, todo o sistema comunica a falta de sintonia.
A escolhas que fizemos durante nossas vidas foram relevantes a nível de experiência, sendo pautadas em bases de desenvolvimento individuais, de construção da personalidade temporária, a nível de aprendizado.
Mas esse tempo experiencial personal pede transformação para uma nova fase da vida terrena. Hoje, mais do que nunca, é preciso compreender que não precisamos manter aquilo que criamos para nós enquanto personalidade materializada.
Estamos num momento onde aquilo que Somos realmente pede passagem, trazendo consigo todo o arcabouço de recursos que aprendemos durante nossas experiências personais.
Sair do modo individual para o integral é o nosso desafio como coletividade que Somos. Podemos renascer dentro de um mesmo corpo físico e tornar-nos o que sempre fomos, agora com um propósito real de coauxílio que a senda evolutiva requer.
Que consigamos sair do ensimesmamento e assumir os nossos postos dentro daquilo que cada um realmente, É.
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